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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Deputado de opinião

Notícia da Assembléia
O excelentíssimo deputado Cel. Queiroz defendeu com veemência suas opiniões no plenário. Eu não compreendo o por quê tiraram a notícia do site, afinal a palavra dita não tem volta.. Ainda bem que conseguiram gravar a imagem do monitor.
A lei que regulamenta a carga horária miníma da PM-GO estipula o limite de 40 horas semanais para todos os policiais militares. Sem distinção praça/oficial. Hoje a Polícia Militar é movida basicamente por duas escalas distintas: 12x36 e o expediente. É claro que existem outras escalas, algumas melhores, outras piores, mas o foco é nas 2 principais que praticamente regem a polícia. A tropa operacional que trabalha com a atividade fim da PM trabalha na escala 12x36 que dá uma carga horária média de 42 horas semanais. A grande maioria dos oficiais cumprem o expediente que na PM é de 36 horas semanais. Alguns podem contra-argumentar sobre o banco de horas. Infelizmente a gestão da PM-GO não é transparente o suficiente. Sei que em alguns batalhões as praças cumprem esse banco de horas para completar o mínimo de 40 horas semanais. Não tenho conhecimento se ele vale também para os oficiais. Provavelmente não.
Temos a situação de um deputado que foi comandante geral e não trabalhava e nem cobrou de seus oficiais a quantidade mínima de horas semanais defender  depois de ir para a reserva o aumento da carga horária. DEPUTADO É POUCA PORQUE VOSSA EXCELÊNCIA NÃO CUMPRIA A CARGA HORÁRIA MÍNIMA. ARRISQUE-SE 42 HORAS SEMANAIS NA RUA E VEJA SE A SUA OPINIÃO CONTINUA FIRME.
É pobre um estado que paga R$19'650 a um coronel?

domingo, 3 de maio de 2009

O dia em que a Judite quase explodiu!!!

Não, a Judite não é uma bomba. Vou narrar agora essa história:
A Judite está rodando atualmente com aquele óleo Mobil 4t 20w50 API SF. Esse óleo está uma classificação abaixo dos óleo recomendado pela Hyosung. Levando isso em consideração sigo o conselho do mecânico de trocar o óleo à cada 1000 Km's. Pois bem, troquei o óleo e fiz um pequeno reparo no sistema de sinalização (cabo da seta esquerda dianteira) na autorizada Motokas, aqui em Goiânia. O tanque de combustível precisou ser retirado para o reparo na seta.
Liguei a motocicleta e sai da oficina. À poucas quadras de casa lembrei que eu não havia ligado a torneira de combustível. Conferi e a liguei. Uma quadra depois disso a moto morreu no sinal. Achei estranho porque a gasolina já tinha sido religada e tinha dado tempo para ela descer. Percebo então que estava respingando alguma coisa na minha perna. Olho para baixo e a gasolina está vazando de bica. Fecho a torneira e observo que a mangueira não estava conectada. Religo a mangueira e a moto demora a pegar mas funciona normalmente.
A gasolina havia caído no motor quente. O perigo de explosão foi eminente. Graças à Deus nada ocorreu.
Risco de explosão, desperdício de gasolina e fora a raiva do mecânico que não religou corretamente a mangueira de combustível. Por isso penso em fazer um curso de mecânica de motos no SENAI e eu mesmo fazer reparos na Judite.