Mostrando postagens com marcador comandante geral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comandante geral. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Deputado de opinião

Notícia da Assembléia
O excelentíssimo deputado Cel. Queiroz defendeu com veemência suas opiniões no plenário. Eu não compreendo o por quê tiraram a notícia do site, afinal a palavra dita não tem volta.. Ainda bem que conseguiram gravar a imagem do monitor.
A lei que regulamenta a carga horária miníma da PM-GO estipula o limite de 40 horas semanais para todos os policiais militares. Sem distinção praça/oficial. Hoje a Polícia Militar é movida basicamente por duas escalas distintas: 12x36 e o expediente. É claro que existem outras escalas, algumas melhores, outras piores, mas o foco é nas 2 principais que praticamente regem a polícia. A tropa operacional que trabalha com a atividade fim da PM trabalha na escala 12x36 que dá uma carga horária média de 42 horas semanais. A grande maioria dos oficiais cumprem o expediente que na PM é de 36 horas semanais. Alguns podem contra-argumentar sobre o banco de horas. Infelizmente a gestão da PM-GO não é transparente o suficiente. Sei que em alguns batalhões as praças cumprem esse banco de horas para completar o mínimo de 40 horas semanais. Não tenho conhecimento se ele vale também para os oficiais. Provavelmente não.
Temos a situação de um deputado que foi comandante geral e não trabalhava e nem cobrou de seus oficiais a quantidade mínima de horas semanais defender  depois de ir para a reserva o aumento da carga horária. DEPUTADO É POUCA PORQUE VOSSA EXCELÊNCIA NÃO CUMPRIA A CARGA HORÁRIA MÍNIMA. ARRISQUE-SE 42 HORAS SEMANAIS NA RUA E VEJA SE A SUA OPINIÃO CONTINUA FIRME.
É pobre um estado que paga R$19'650 a um coronel?

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Aprovado projeto que altera símbolos e subsídios de cargos em comissão da PM

Este é o título da notícia no site da Assembleia Legislativa do estado de Goiás. Comentei anteriormente a inconstitucionalidade dos subsídios dos marajás, entretanto o Legislativo Estadual continua a aprovar leis contrárias a carta magna.
Com certeza há um fundo político, vem em um contexto bastante propício. Quando o subsídio foi aprovado a anos atrás, a PM conseguiu equiparar seus vencimentos aos da Polícia Civil. O governo desrespeitou a data base de correção dos subsídios das forças de segurança pública. Os policiais civis ao verem sua remuneração achatada e indignados com o desrespeito do governo para com as leis (que eles mesmos aprovaram e que ajudaram o atual Governador a eleger-se para o presente mandato) e a Segurança Pública (promessa de concurso público para provimento de vagas) começaram os movimentos grevistas. O Estado por várias vezes tentou boicotar tais movimentos e usou de seus poderes militares coercitivos para impedir a PM e o BM de aderir. Entretanto os Policiais Civis são funcionários públicos civis e sindicalizados. Perseveraram na luta e conseguiram uma negociação aceitável. As demais forças foram relegadas ao esquecimento. Para conter o barril de pólvora que havia se instalado, a máquina estatal seduziu os praças e oficiais com promessa de promoções (que já tinham direito) e um agrado ao comandante geral para que contenha os ânimos e gerencie a provável crise.
R$19'200,00 ( dezenove mil e duzentos reais) será o vencimento dos Comandantes Gerais e o Chefe do Gabinete Militar  . R$16'950,00 (dezesseis mil e novecentos e cinquenta reais) o novo vencimento dos Sub-Comandantes Gerais.